Para chegar à confirmação, o professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Alvaro Crósta, do Instituto de Geociências, tentou acessar a área desde os anos 1980. O terreno, segundo ele, é quase que impenetrável, sem trilhas de acesso e com vegetação densa, espinhosa e seca. De três expedições, a mais bem-sucedida ocorreu somente em 2017, acompanhado do professor Marcos Alberto Rodrigues Vasconcelos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).




