Clipping
"O planeta Terra é protegido por um campo magnético que desvia grande parte das partículas emitidas pelo Sol. A proteção proporcionada por esse campo é o que permite a existência de nossa atmosfera. “Se esse campo não existisse, o fluxo de partículas arrastaria consigo todas as moléculas dos gases que estão no ar. Sem gases atmosféricos, sem vida. Nosso planeta seria como Marte”, resume Gelvam Hartmann, professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)."
A participação de Edson Sena no projeto está relacionada à pesquisa de doutorado que ele desenvolve no Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sob orientação do professor André Sica. O estudo aborda temas relacionados à soberania tecnológica, ao Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e à Nuvem Soberana.
A transição para fontes modernas de energia avançou no Brasil, mas não chegou da mesma forma a todos os domicílios. Em 2025, aproximadamente 10,6 milhões de residências brasileiras ainda utilizavam lenha ou carvão para preparar alimentos, segundo estudo publicado na Revista Brasileira de Avaliação. O número representa uma redução em relação aos anos anteriores, mas revela a permanência de uma dimensão menos visível da pobreza energética no país: ter acesso à eletricidade não significa, necessariamente, ter acesso a formas adequadas, acessíveis e seguras de energia para todas as atividades domésticas.
Artigo de opinião por: Ana Maria Carneiro (pesquisadora e coordenadora (2025–2027) do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP) da Unicamp, editora-chefe da Revista Brasileira de Avaliação e professora do Programa de Pós-Graduação em Política Científica e Tecnológica da Unicamp. Doutora pela Unicamp.)
Apoio à ciência e à tecnologia no Brasil acompanhou o ciclo de desenvolvimento do capitalismo industrial brasileiro, iniciado nos anos 1930 e encerrado na década de 1990. Essa é uma das conclusões do livro Ciência, Desenvolvimento e Democracia no Brasil: trajetórias, instituições e agendas de pesquisa, 1945-2000, publicado pela Editora Fiocruz. A coletânea reúne 28 pesquisadores de 12 instituições do Brasil e dos Estados Unidos e analisa, em 22 capítulos, a trajetória da ciência e da tecnologia no país entre 1945 e 2000.
A obra é organizada por Olival Freire Junior, Silvia Fernanda de Mendonça Figueirôa, Antonio Augusto Passos Videira e Maria Margaret Lopes. Silvia Figueirôa é docente do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT) do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp.
O que são terras-raras e minerais críticos? O Brasil tem a 2ª maior reserva global de terras-raras, essenciais para a revolução digital, os carros elétricos, a transição energética e a defesa militar. Mas por que o país não desenvolve tecnologias para a industrialização e refino desses minerais e deixa de gerar bilhões com essas reservas? A nova Política Nacional e a disputa entre EUA e China colocam o lítio no centro da geopolítica mundial.
A docente do IG, Maria José Mesquita, respondeu perguntas enviadas por internautas e outras elaboradas pela equipe de jornalismo da TV Senado.
Biodiversidade, ciência e modos de vida também fazem parte da memória dos territórios.
Edição especial da revista dedicada ao tema “Patrimônio Material, Imaterial e Natural”. O vídeo dialoga com diferentes públicos de forma acessível, reflexiva e lúdica.
Maria Tereza Duarte Paes é livre docente na área de Meio Ambinete Urbano pelo Departamento de Geografia do (IG) da Unicamp.
Para Edson Sena, a participação no grupo está diretamente relacionada à pesquisa de doutorado que desenvolve no Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sob orientação do professor doutor André Sica. A pesquisa aborda questões relacionadas à soberania tecnológica, ao Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e à Nuvem Soberana.
O texto a seguir foi originalmente publicado no site The Conversation, que reúne artigos escritos por pesquisadores.
Nossa equipe era formada por 16 pessoas, entre pesquisadores(as), estudantes de graduação e pós-graduação, além de barqueiros da Reserva Extrativista Chico Mendes, em Assis Brasil (AC). O docente Alessandro Batezelli do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências da Unicamp integrou o grupo de pesquisadores responsáveis por encontrar o fóssil.
"Nossa equipe era formada por 16 pessoas, entre pesquisadores(as), estudantes de graduação e pós-graduação, além de barqueiros da Reserva Extrativista Chico Mendes, em Assis Brasil (AC)." O docente Alessandro Batezelli do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências da Unicamp integrou o grupo de pesquisa responsável por encontrar o fóssil da maior tartaruga de água doce do mundo.
Congresso de iniciação científica em Campinas reúne jovens para compartilhar resultados de pesquisas
A bolsista da Embrapa Meio Ambiente Beatriz Agostinho Giarola (foto abaixo), aluna de graduação do curso de Geografia do Instituto de Geociências (Unicamp), recebeu o prêmio de melhor apresentação oral pelo trabalho “Inventário Socioambiental e Análise do Uso e Cobertura da Terra no município de Piracaia, SP”.
Orientada pela pesquisadora Lucimar Santiago de Abreu, o estudo integra as atividades “Redes de inovação sociotécnicas” e “Análise da situação sociocultural e econômica de produtores de palmeira Juçara”. As ações estão alinhadas ao Projeto de Bioeconomia da Embrapa Meio Ambiente.




