Clipping

"Isso é estratégico para o nosso país e para a liderança que Lula quer exercer no chamado Sul global. O continente africano é uma frente de expansão que vem sendo disputada por várias forças internacionais que tem oferecido, de modo prospectivo, uma ampla possibilidade de expansão de mercado", ressalta o professor da Unicamp Kauê Lopes dos Santos, que também é pesquisador visitante na London School of Economics, da Inglaterra.

O jornalista Luís Nassif e a bancada do Nova Economia, composta desta vez por João Furtado e Sergio Leo, entrevistam a professora titular do Departamento de Política Cientifica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp e coordenadora do Laboratório de Tecnologia e Transformações Sociais, Leda Gitahy.

Pesquisadores brasileiros estudaram rochas vulcânicas presentes na Amazônia, que ajudam a entender a intensa atividade vulcânica que a Amazônia brasileira tinha antes do surgimento do ser humano na Terra.

Um estudo sobre o tema foi publicado na Geoscience Frontiers. Ele é fruto da pesquisa de mestrado do geólogo André Kunifoshita, com orientação de Maria José Mesquita, professora do Instituto de Geociências da Unicamp; e Felipe Holanda dos Santos, do Departamento de Geologia da UFC (Universidade Federal do Ceará).

Uma pesquisa do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) contribuiu para aumentar o conhecimento sobre o passado geológico da região amazônica, marcado por intensa atividade vulcânica.

A pesquisa, conduzida por André Kunifoshita, identificou características de uma antiga formação de caldeira vulcânica erodida na porção leste da Província Mineral de Alta Floresta, abrangendo o nordeste do Mato Grosso e o sul do Pará.

Uma pesquisa elaborada em parceria entre a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a Universidade Federal do Ceará rendeu publicação de artigo no periódico internacional Geoscience Frontier, com fator de impacto 8.9 e Qualis A1. O trabalho promove uma reconstrução ambiental de antigos vulcões existentes há aproximadamente 1,8 bilhão de anos na Amazônia, com o objetivo de esclarecer como era o ambiente geológico na região.

Intitulado “The Colíder Paleoproterozoic felsic volcanism: New insights into stratigraphy and petrogenesis in the southern Amazonian Craton”, o artigo é fruto do trabalho de mestrado do pesquisador André Massanobu Ueno Kunifoshita, realizado na UNICAMP, sob orientação da Profª Maria José Mesquita (Instituto de Geociências da UNICAMP) e coorientação do Prof. Felipe Holanda dos Santos (Departamento de Geologia da UFC).

Diferenças entre os conceitos de clima e tempo (que não são sinônimos), aquecimento global e alterações climáticas foram tratados pela professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Aline Pascoalino, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências (IG). 

Para Maria José Mesquita, professora do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), apontar essa abundância na crosta "não reflete nenhuma prova de exploração econômica". Isso porque o termo ainda pode se referir aos traços incomuns de suas características físico-químicas e ao fato de que possuem uma exploração econômica ainda bastante restrita.

Foi também o caso do biólogo Carlos Stênio, de 28 anos, que faz mestrado em ensino e história de ciências da Terra, no Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em 2020, ele começou a postar vídeos curtos no Instagram sobre cultura pop e biologia, que mais tarde se tornariam o tema de sua pesquisa na pós-graduação, mas ainda de maneira esporádica. Na época, Stênio estava na graduação e tinha acabado de perder um emprego de vendedor de tintas industriais. “Recebi um contato do TikTok me incentivando para que, assim como outros colegas da área, eu participasse das campanhas produzindo vídeos educativos e de ciência por lá”, conta. Segundo ele, a plataforma pagava um valor de acordo com o número de vídeos postados. “Em uma campanha ganhei o equivalente a seis meses de trabalho – antes, como vendedor, eu recebia um salário mínimo”, lembra.
 

No Tudo Inovação deste sábado (7), o apresentador Leonardo Missio vai te levar para conhecer três histórias que mostram como a tecnologia pode abrir várias portas para oportunidades, desenvolvimento pessoal e empreendedorismo no nosso dia a dia. O Doutorando em Política Científica e Tecnológica do IG, Juliano Sanchez, foi entrevistado no programa.

 

 

Quais os caminhos para fortalecer pequenas e médias empresas, as que mais geram empregos no país? Por que a justiça social pode estimular a inovação e reduzir a dependência externa? Considerações sobre artigo do presidente do BNDES

Por Renato Dagnino