Clipping
Jefferson Picanço, docente do DGRN, e Sol Cordova, estudante de pós-graduação do IG, falam sobre prevenção de danos graves após terremotos.
Existe uma região do planeta onde o campo magnético da Terra apresenta menor intensidade em comparação a outras áreas. Localizada sobre parte da América do Sul e do Oceano Atlântico Sul, a chamada Anomalia Magnética do Atlântico Sul desperta o interesse dos cientistas por seus impactos na exploração espacial e por atingir diretamente o território brasileiro.
No Olhar Espacial desta sexta-feira (7), vamos entender como funciona o campo magnético terrestre, uma proteção natural que ajuda a bloquear partículas energéticas vindas do Sol. O programa também vai mostrar por que essa barreira é mais fraca nessa região e quais são as consequências para satélites, espaçonaves e missões espaciais.
Para explicar tudo isso e muito mais, vamos receber Gelvam André Hartmann, docente do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Graduado em Física, com mestrado e doutorado em Geofísica pela Universidade de São Paulo (USP), ele realizou estágio de doutorado no Institut de Physique du Globe de Paris e pós-doutorados na USP e no Observatório Nacional.
A eletromobilidade brasileira, aos poucos, vai consolidando um acervo de obras de referência e cursos de especialização que servem de apoio para quem opera no setor. A mais nova iniciativa vem do Leve, Laboratório de Estudos de Veículo Elétrico, ligado ao Instituto de Geociências da Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, SP.
Em 13 de agosto o Leve iniciará a nona edição do curso de extensão Mobilidade Elétrica: Políticas, Planejamento e Oportunidades de Negócio, sob a coordenação de Flávia Consoni, professora doutora da Unicamp. De acordo com ela “o curso é aberto a todos os interessados que tenham, no mínimo, o segundo grau e adota formato dinâmico pensado para executivos e especialistas de todo o País”.
Como é morar dentro de um vulcão extinto?
É mais tranquilo do que parece. A formação está extinta há milhões de anos, e cientistas garantem que não há qualquer risco de reativação, segundo explica o professor Francisco Sérgio Bernardes Ladeira, do Instituto de Geociências da Unicamp.
No tabuleiro colorido do Jogo do Clima, o percurso não é linear. Ele serpenteia entre sol, nuvem, chuva, lua, arco-íris e personagens infantis, como se traduzisse uma verdade que a escola ainda custa a incorporar: entender a crise climática não é decorar conceitos isolados, mas aprender a navegar um sistema complexo, desigual e muito incerto.
Foi por esse caminho que Daniela Resende de Faria chegou à tese defendida no Instituto de Geociências da Unicamp em 2025, depois de investigar como promover educação em mudanças climáticas na educação básica brasileira e de ouvir 65 professores em atividade no país. O estudo concluiu que a área depende, ao mesmo tempo, de educação crítica centrada no estudante, abordagens interdisciplinares, conexão com o contexto real dos alunos e recursos de aprendizagem capazes de gerar engajamento.
Os terremotos ocorreram em uma região conhecida pela intensa atividade sísmica, no limite entre as placas do Caribe e Sul-Americana. Segundo o professor do Instituto de Geociências da Unicamp Vinícius Meira, a movimentação entre essas placas explica a frequência dos tremores.
O número de mortos pelos terremotos na Venezuela subiu para 188, segundo o balanço mais recente divulgado pelo governo venezuelano. Há cerca de 1.520 feridos e 200 pessoas ainda presas sob os escombros. Vinicius Meira, docente do Instituto de Geociências da Unicamp, fala sobre o terremoto.
A partir do minuto 29.
Foi nessa pequena cidade de 3 mil habitantes que essa rocha, que possui um material raro chamado basalto, foi encontrada e estudada pelo geólogo Álvaro Penteado Crosta, formado pela USP (Universidade de São Paulo) e atualmente professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), enquanto ele iniciava seus estudos em um mestrado sobre geologia em 1970, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Segundo Crosta, esse tipo de substância é análoga ao material dominante nas superfícies da Lua e do planeta vermelho. Ao estudar essas localizações terrestres, os pesquisadores podem simular esses ambientes, desenvolver substitutos do solo lunar e testar equipamentos robóticos de perfuração para futuras missões espaciais.
A pesquisa foi liderada pelo professor emérito Álvaro Crósta, do Instituto de Geociências da Unicamp, que conduziu três expedições ao local ao longo de décadas sem conseguir alcançar o núcleo da formação. A região é extremamente isolada, a cerca de 215 km de Teresina, com relevo acidentado e vegetação densa e espinhosa típica da Caatinga.
O estudo foi conduzido por um grupo de cientistas liderado por Alvaro Crósta, docente do Instituto de Geociências da Unicamp. Crósta estuda a formação desde a década de 1980, quando a estrutura circular foi identificada em imagens de radar do Projeto Radambrasil.




