Clipping
Como é morar dentro de um vulcão extinto?
É mais tranquilo do que parece. A formação está extinta há milhões de anos, e cientistas garantem que não há qualquer risco de reativação, segundo explica o professor Francisco Sérgio Bernardes Ladeira, do Instituto de Geociências da Unicamp.
No tabuleiro colorido do Jogo do Clima, o percurso não é linear. Ele serpenteia entre sol, nuvem, chuva, lua, arco-íris e personagens infantis, como se traduzisse uma verdade que a escola ainda custa a incorporar: entender a crise climática não é decorar conceitos isolados, mas aprender a navegar um sistema complexo, desigual e muito incerto.
Foi por esse caminho que Daniela Resende de Faria chegou à tese defendida no Instituto de Geociências da Unicamp em 2025, depois de investigar como promover educação em mudanças climáticas na educação básica brasileira e de ouvir 65 professores em atividade no país. O estudo concluiu que a área depende, ao mesmo tempo, de educação crítica centrada no estudante, abordagens interdisciplinares, conexão com o contexto real dos alunos e recursos de aprendizagem capazes de gerar engajamento.
Os terremotos ocorreram em uma região conhecida pela intensa atividade sísmica, no limite entre as placas do Caribe e Sul-Americana. Segundo o professor do Instituto de Geociências da Unicamp Vinícius Meira, a movimentação entre essas placas explica a frequência dos tremores.
O número de mortos pelos terremotos na Venezuela subiu para 188, segundo o balanço mais recente divulgado pelo governo venezuelano. Há cerca de 1.520 feridos e 200 pessoas ainda presas sob os escombros. Vinicius Meira, docente do Instituto de Geociências da Unicamp, fala sobre o terremoto.
A partir do minuto 29.
Foi nessa pequena cidade de 3 mil habitantes que essa rocha, que possui um material raro chamado basalto, foi encontrada e estudada pelo geólogo Álvaro Penteado Crosta, formado pela USP (Universidade de São Paulo) e atualmente professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), enquanto ele iniciava seus estudos em um mestrado sobre geologia em 1970, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Segundo Crosta, esse tipo de substância é análoga ao material dominante nas superfícies da Lua e do planeta vermelho. Ao estudar essas localizações terrestres, os pesquisadores podem simular esses ambientes, desenvolver substitutos do solo lunar e testar equipamentos robóticos de perfuração para futuras missões espaciais.
A pesquisa foi liderada pelo professor emérito Álvaro Crósta, do Instituto de Geociências da Unicamp, que conduziu três expedições ao local ao longo de décadas sem conseguir alcançar o núcleo da formação. A região é extremamente isolada, a cerca de 215 km de Teresina, com relevo acidentado e vegetação densa e espinhosa típica da Caatinga.
O estudo foi conduzido por um grupo de cientistas liderado por Alvaro Crósta, docente do Instituto de Geociências da Unicamp. Crósta estuda a formação desde a década de 1980, quando a estrutura circular foi identificada em imagens de radar do Projeto Radambrasil.
Para chegar à confirmação, o professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Alvaro Crósta, do Instituto de Geociências, tentou acessar a área desde os anos 1980. O terreno, segundo ele, é quase que impenetrável, sem trilhas de acesso e com vegetação densa, espinhosa e seca. De três expedições, a mais bem-sucedida ocorreu somente em 2017, acompanhado do professor Marcos Alberto Rodrigues Vasconcelos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Pesquisadores liderados pelo professor emérito da Universidade Estadual de Campinas, Alvaro Crósta, confirmaram a existência de uma cratera de impacto meteorítico no município de São Miguel do Tapuio. A formação geológica possui cerca de 21 quilômetros de diâmetro e passa a ser considerada a segunda maior cratera do tipo na América do Sul.
O cientista Alvaro Crósta, responsável pelo grupo de pesquisa e professor emérito da Unicamp, realiza estudos sobre a formação geológica do Piauí desde de 1980.




