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O cientista Alvaro Crósta, responsável pelo grupo de pesquisa e professor emérito da Unicamp, realiza estudos sobre a formação geológica do Piauí desde de 1980.
A descoberta foi feita por pesquisadores liderados pelo professor Alvaro Crósta, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A estrutura é considerada a nona cratera de impacto confirmada no país.
Uma descoberta científica inédita colocou o Piauí no mapa mundial da geologia: pesquisadores confirmaram a existência de uma cratera de impacto com cerca de 21 quilômetros de diâmetro no município de São Miguel do Tapuio, no interior do estado. A formação agora é considerada a segunda maior da América do Sul e a 37ª maior do mundo entre cerca de 200 crateras conhecidas. A confirmação foi liderada pelo professor Alvaro Crósta, do Instituto de Geociências da Unicamp, e publicada na revista internacional Meteoritics & Planetary Science, da Meteoritical Society. A estrutura piauiense passa a ser a nona cratera de impacto oficialmente reconhecida no Brasil.
Um grupo de cientistas liderados por Alvaro Crósta, docente do Instituto de Geociências (IG) e professor emérito da Unicamp, confirmou a existência de uma cratera de impacto com 21 km de diâmetro no município de São Miguel do Tapuio, localizado no interior do Piauí, o que a torna a segunda maior do gênero da América do Sul. A constatação foi publicada no no periódico Meteoritics & Planetary Science, da The Meteoritical.
É exatamente essa permanência que o geógrafo Márcio Cataia, professor do IG da Unicamp, procura compreender. Sua trajetória acadêmica nasce sob forte influência da obra de Milton Santos, mas sem transformá-la em monumento estático. Para Cataia, os conceitos miltonianos seguem vivos porque foram construídos como sistema — uma rede de ideias que se sustenta nas relações entre técnica, território, economia, política e vida cotidiana. “Um conceito dialoga com os outros conceitos”, afirma. “Conformando uma teia de significação.”
Obras como “Pensando o espaço do homem”, “Ensaios sobre a urbanização latino-americana”; “O espaço do cidadão”; “A natureza do espaço” e “Por uma outra globalização” construíram uma trajetória homenageada pelo Prêmio Internacional de Geografia Vautrin Lud, maior comenda da área, em 1994. Atuante em diversas esferas públicas, o espaço era definido por ele como “um conjunto indissociável de sistemas de objetos e ações, o que significa dizer que o mundo material é inseparável das dinâmicas sociais, políticas, econômicas e técnicas”, conforme descreve a geógrafa Adriana Bernardes ao Jornal da Unicamp. “Para isso, tanto inovações industriais quanto o conjunto de normas, leis e conhecimentos seriam um meio para a ação humana no espaço”, continua.
Pesquisador que estudou consumo parcelado na periferia diz que endividamento não significa compulsão
Dan Stulbach, José Godoy e Luís Gustavo Medina receberam no Fim de Expediente o geógrafo e professor Kauê Lopes dos Santos, que falou sobre o livro "Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia".
Agência FAPESP – O Programa de Pós-Graduação em Geociências (PPG) do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (IG-Unicamp) recebe inscrições até 31 de maio para os cursos de mestrado e doutorado.
Um ponto de fuga no horizonte acadêmico. Assim a comunidade científica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) reverenciou o economista Wilson Suzigan na cerimônia em que concedeu a ele o título de professor emérito, em setembro de 2024. Morto no último dia 10 de abril, aos 84 anos, em decorrência de complicações associadas a uma doença autoimune, Suzigan era saudado não apenas pela solidez teórica de suas contribuições para o pensamento econômico brasileiro, mas também pela natureza disseminadora de sua atuação como formador de pesquisadores.
A datação de rochas sedimentares — que registram a maior parte da história da Terra — ainda opera com incertezas que podem chegar a 10% da idade medida, o que, em escalas geológicas, representa milhões a dezenas de milhões de anos. Esse limite de precisão tem restringido a capacidade de reconstruir com exatidão eventos-chave da evolução do planeta.
É justamente esse desafio que um projeto conduzido por pesquisadores do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas, no âmbito do Centro de Estudos de Petróleo e Energia (CEPETRO) e financiado pela Petrobras, busca enfrentar ao avançar em métodos capazes de datar diretamente essas rochas com maior confiabilidade.
“As rochas sedimentares são o principal arquivo da história da Terra — e estamos começando a conseguir datá-las diretamente de forma sistemática”, afirma o geólogo Bernardo Tavares Freitas, coordenador da pesquisa.




