Clipping
O professor do Departamento de Geologia e Recursos Naturais da Unicamp Alessandro Batezelli falou sobre isso no Jornal da Cultura.
Ele explica o processo de origem do petróleo a partir do minuto 26'45".
A exposição "Areias do Mundo", organizada pelo IG (Instituto de Geociências) da Unicamp, traz para Campinas amostras de 16 pontos diferentes do mundo, como Islândia, Barbados, Egito, Japão e Antártida. A exposição é gratuita e pode ser visitada até o dia 13 de novembro.
O consórcio foi financiado pelo Horizonte 2020, o maior programa de pesquisa e inovação da União Europeia e contou com a participação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
De acordo com o coordenador do projeto na Unicamp, o professor Sérgio Queiroz do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT), o INCOBRA serviu para inserir a cooperação internacional na agenda de atores que até aquele momento não estavam prestando atenção ao assunto.
O Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comemorou 40 anos de fundação com mesas redondas, palestra, homenagens e atividades culturais realizadas nos dias 19 e 20 de setembro. Referência em Geografia, Geologia e em Política Científica e Tecnológica, o espaço foi fundado em 21 de setembro de 1979 pelo geólogo argentino Amilcar Herrera.
Maíra Rodrigues da Silva tornou-se, em 2017, a 1ª mestre quilombola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em entrevista à série Nossa Gente, que comemora os 40 anos da EPTV, afiliada da TV Globo, ela explicou como encontrou, no contato com a natureza, uma forma de resistir preservando a natureza com um tratamento natural para o solo e os mananciais do Vale do Ribeira. ... Mestre pelo Instituto de Geociências da universidade pública campineira, Maíra detectou que o Rio Ribeira de Iguape, que banha a região, sofreu uma intervenção por conta da extração de ouro no século XX. "Existe uma preocupação do que a gente tem na água, se isso interfere ou não na produção que está à margem do rio".
A docente do IG Flávia Consoni falou sobre ônibus elétricos.
Um total de 425 mil ônibus eram impulsionados por baterias no mundo em 2018, cerca de 17% da frota total, segundo a organização Bloomberg New Energy Finance. Noventa e nove por cento deles rodam na China, que adotou políticas públicas para subsidiar o sistema como forma de melhorar a qualidade do ar de suas metrópoles. A agência projeta que 60% da frota mundial será movida a bateria em 2040. “Em um primeiro momento, a expansão deve ocorrer não apenas por razões econômicas, mas também motivada pela regulação ambiental e por políticas públicas de incentivos”, diz Flávia Consoni, do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade de Campinas (DPCT-IG-Unicamp).
Organização: Laboratório de Estudos de Educação Superior (LEES), Núcleo de Estudos de Politícas Públicas-UNICAMP e Departamento de Politíca Científica e Tecnologia-Instituto de Geociências-UNICAMP.
Coordenação: Pesquisadora Dra. Ana Maria Carneiro (Núcleo de Estudos de Politícas Públicas-UNICAMP) e Profa.Dra. Helena Sampaio (Faculdade de Educação-UNICAMP)
O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), causou alterações na foz do Rio Doce, em Linhares (ES), que podem ter efeitos permanentes. Isto é o que aponta o estudo de uma aluna de doutorado do Instituto de Geociências (IG), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Keyla Coimbra é autora de um artigo, feito em parceria com os orientadores Carlos Roberto de Souza Filho (Unicamp) e Enner Alcântara (Unesp), que atesta os danos causados pelo rompimento.
O Repórter Eco entrevistou o docente do Instituto de Geociências, Alvaro Penteado Crósta, que trabalha nas áreas de geologia planetária, sensoriamento remoto e exploração mineral. Na entrevista, o professor explica os riscos de um grande asteroide se chocar contra a Terra e a importância de conhecer a formação de crateras de impacto.




